Resiliência tem limites: nossa saúde mental na pandemia de coronavírus

Estudos mostraram que o impacto do Covid-19 nas doenças mentais é menor do que o esperado em 2020.

Morre o senador, o zelador, um familiar, o vizinhos... Não tem mais vagas nos hospitais, as vacinas estão demorando a chegar para todos nós, e o dinheiro diminui a cada dia. Como podemos falar de saúde mental nessa situação frustrante? Nos primeiros dias da pandemia Covid-19, os especialistas temiam que novos casos de diagnósticos de doenças mentais surgissem especialmente de depressão e ansiedade. No entanto, duas pesquisas robustas divulgadas recentemente mostram que somos mais resilientes do que pensávamos.

Em geral, houve um pequeno aumento na intensidade dos sintomas de ansiedade ou depressão, mas isso não significa um aumento no número de diagnósticos de doenças mentais. Já os níveis de solidão e estresse, bem como o risco de suicídio, permaneceram praticamente inalterados. Isso sugere que o impacto psicológico dos lockdowns é pequeno, o que mostra que, a boa parte dos brasileiros são resilentes aos efeitos da pandemia.

Ou seja, as pesquisas querem dizer que nosso cérebro pode se adaptar a essa situação adversa, mesmo sob certas consequências negativas.

Porém, vale ressaltar que quando a dor e os pensamentos negativos são intensos, insistentes e você não consegue mais lidar com a situação, é hora de procurar ajuda médica.

Te informar, #IssoéCACSS